quarta-feira, fevereiro 28, 2007

Deserto do Sal I. Até ao fim do mundo!

Os pés parecem esmigalhar bolachas crocantes. A luz, sob o alvo chão, fere o olhar. E ao fundo, um enorme e colorido vulcão parece saído de um livro ilustrado. A monotonia da paisagem até lá não cansa. Impressiona! Deserto branco; de sal. Sem trilhos pré-definidos. Sem intuição. Apenas marcas de pneus que guiam até ao outro lado, onde o sal deixa de o ser. Para passar a ser verde, casas e vulcão! A Manu prova um pouco. Confere. "Está salgado, sem dúvida!" ;) Também tenho de provar! Cumprir a tradição. A boca arde! E as mãos rasantes nos grãos de salinas grossas secam facilmente! Lá um silêncio ventoso. Sem eco! Um pedaço de fim de mundo (ou meio princípio de tudo!)



3 comentários:

Anónimo disse...

Era salgado sim senhor!
Confirmo...

Que vontade de ir de novo...
Bora lá?
:)

Onde andas miuda? por cá ou por lá?

Veijus
Manu

Gonçalo Piranha disse...

Rainha do Deserto!
confessa la que trouxeste um bocadinho de sal...

Divã d'Insónia disse...

Sal? Eu? Hum..schiuuu...não digas a ninguém!